“Tem detalhes da vida que não se descreve... Simplesmente se vive!”

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Para refletir: “O modelo dos modelos” Italo Calvino


Ao ler o texto do autor Ítalo Calvino “O modelo dos modelos” temos uma narrativa de uma história: Em que houve uma época que senhor Palomar refletiu sobre um modelo que fosse por excelência, ou seja, que não tinha nenhum defeito e tudo era perfeito. Com o passar dos tempos começou a ver que era possível adaptar-se as diferentes práticas, e de acordo com a realidade fez as correções necessárias para um modelo escolhido.
Contudo observou que as regras que estabelecia foi modificadas e já não buscava mais um modelo estabelecido. Nisso ampliou a sua visão e abriu um leque de variados modelos sendo que foi possível transformáveis uns nos outros segundo um procedimento combinatório, para encontrar aquele que se adaptasse melhor a uma realidade.
De acordo com Educação Especial organizou seus serviços de forma substitutiva ao ensino comum, ou seja, atuou como um sistema paralelo de ensino. A atual Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, de janeiro de 2008, reafirma o direito de todos os alunos à educação no ensino regular, recebendo, quando necessário, o Atendimento Educacional Especializado. Tratando-se de documentos legais, a Constituição Federal de 1988 assegura o princípio de igualdade, garantindo, em seu Artigo 206, Inciso I, que “o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: igualdade de condições para o acesso e permanência na escola”. Outros documentos nacionais e internacionais asseguram também o princípio de igualdade e o direito de as pessoas com necessidades educacionais especiais frequentarem o ensino regula. Em relação ao AEE tem um paralelo, pois dessa forma se realizar o trabalho na pratica, primeiramente temos um caso na qual temos uma idéia, e começamos a  realizar os estudos e pesquisas.





segunda-feira, 2 de junho de 2014

Atividades Pedagógicas de Cores e Formas Geométricas para TGD

Não é tão simples ensinarmos cores e formas geométricas para alunos com autismo, porém é possível desenvolver este aprendizado de maneira didática e prazerosa. As cores e formas geométricas já na Educação Infantil fazem parte do currículo escolar dentro do conteúdo de matemática. Este conteúdo faz parte do nosso dia-a-dia por isso é tão importante ensinarmos aos nossos pequenos. Quando trabalhamos cores estamos também ensinando a criança a classificar. E o ato de aprendermos a classificar a partir das cores faz com que a criança perceba no mundo e na natureza os pequenos detalhes da beleza da vida. A ideia é fazer com que o aluno com autismo consiga generalizar este aprendizado e servirá de porta de entrada para outras vias do conhecimento.


Esta atividade ensina as cores primarias como o azul, vermelho, amarelo e verde com materiais de tampa de diversas garrafas inclusive a de Pet. As formas geométricas são trabalhadas com tampinhas de Pet e palitos de picolé de plásticos coloridos. De forma intuitiva o aluno, logo de início consegue entender a atividade.



Atividade: Formas geométricas e cores

Para esta atividade temos o quadrado, retângulo e triângulo impresso na folha A4 cada forma nas quatros cores que são Vermelho, azul, verde e amarelo, estas folhas são plastificadas para melhor durabilidade. Aqui são usados palitos de plásticos coloridos(da kibon do picolé Frutilly), também pode ser usado de outras marcas e de palito de madeira pintado. 



O tamanho dos lados das formas devem ter o mesmo dos palitos usados. O aluno deve sobrepor cada palito em cima dos lados das formas conforme as cores. No retângulo foi usado dois palitos nos lados maiores.




Atividade: Formas geométricas e cores - Círculo 

A técnica usada é a mesma, basta fazer o desenho no mesmo tamanho das tampas de Pet, cada circunferência formanda de vários círculos, representando cada tampa.






Atividade: Cores com tampas variadas com Velcro. 

Agora é trabalhar só cores de forma generalizada, pois estamos usando tampas de vários tamanhos, para que seja entendido que a relação feita é a cor não importando o tipo de tampa. obs: os quadrados demarcados na folha neste momento não denota uma forma geométrica e sim o lugar onde a peça deve ser colocada. Esta atividade deve ser desenvolvida em etapas.


1ª - Comece com uma cor em cada folha separada;


2ª - Depois que o aluno conseguir fazer as atividades em cores por vez, desenvolva então com duas cores ao mesmo tempo na mesma forma;



3ª - Depois de ter exercitado nas etapas anteriores, trabalhe agora com as quatros cores ao mesmo tempo na mesma forma;

4ª – Nesta última etapa, as cores não estão ordenadas exigindo um grau maior de dificuldade.

sábado, 19 de abril de 2014

DIFERENCIANDO SURDOCEGUEIRA DE DMU





Wanderson Pinheiro da Silva[1]

                O termo deficiência múltipla tem sido utilizado, com frequência, para caracterizar o conjunto de duas ou mais deficiências associadas, de ordem física, sensorial, mental, emocional ou de comportamento social. A Surdocegueira é uma terminologia adotada mundialmente para se referir a pessoas que tem perdas visuais e auditivas concomitantes em graus diferentes. Sendo que é uma deficiência singular em que o individuo ao mesmo tempo na perda da visão e da audição, considerando o individuo que apresenta essa limitação independente do grau das perdas auditiva e visual. Vale lembrar que a surdocegueuira pode ser congênita ou adquirida. De acordo como o fascículo AEE-DMU nos diz que as pessoas sudocegas estão divididas em quatro categorias:
·         Pessoas que eram cegas e se tornaram surdas;
·         Eram surdas e se tornaram cegas;
·         Pessoas que se tornaram surdocegos;
·         Pessoas que nasceram surdocegos, ou se tornaram surdocegos antes de aprender alguma linguagem.

A Deficiência Múltipla é quando uma pessoa se depara com mais de uma deficiência, apresentam características especificas e peculiares com necessidade únicas. Por isso faz-se necessário dar atenção a dois aspectos: A Comunicação e o Posicionamento. Podendo apresentar não necessariamente os mesmos tipos de deficiências, podendo ser:
·         Cegueira e deficiência mental;
·         Deficiência auditiva e deficiência metal;
·         Deficiência auditiva e autismo.

            A comunicação entre os seres humanos é um processo interpessoal por meio do qual se estabelecem vínculos com os outros; esta relação é estabelecida de diferentes maneiras e, segundo as possibilidades comunicativas de cada um, pode acontecer com movimentos do corpo, utilizando objetos do ambiente ou desenvolvendo um código linguístico. SERPA, 2002. Neste sentido, o uso de estratégias para desenvolver a comunicação no processo é significativo. (prancha de comunicação, comunicação aumentativa e alternativa, pastas de comunicação, agenda e calendário, álbum de fotografias, Libras, braile, caixa de antecipação, caderno de comunicação assim como objeto de referencia e pistas de imagens). Podemos listar algumas atividades necessariamente básicas para lidar com os alunos que apresentam Deficiência Múltipla/Surdocegueira como:

*Cognitivas: Iniciar as instruções com atividades das mais simples para as mais complexas. Dividir as instruções em etapas. Partir do concreto para o abstrato. Respeitar o ritmo de aprendizagem. Repetir as instruções/atividades em situações variadas de forma diversificada. Explicar o que poderá acontecer em situações novas como por exemplo: No inicio da aula de educação física, as regras de um jogo novo dando suporte e orientação aos que cuidam da pessoa com deficiência;
*Auditivas: Instrutor e Mediador, Guia-intérprete, recursos para Comunicação, aparelho de amplificação sonora, sistema FM para pessoas com surdocegueira adquirida;
*Visuais: Controlar iluminação da sala, móveis ou recursos para posicionamento do material, guia de leitura com pauta ampliada e recursos de tecnologia da informação e comunicação – TICS (mouse, teclado e vídeo), Sistema Braille, orientação e mobilidade;
*Necessidade motora e física: Tecnologia assistiva (aranha mola, Órtese, Engrossador de espuma, Plano inclinado), Teclado com recursos de acessibilidade, poltrona postural;
*Necessidades arquitetônicas: construção de rampas, alargamento de portas, adequação de banheiros, refeitório, salas de aulas, auditórios, sinalização sonora, sinalização visual, sinalização tátil, colocação de elevadores, adequação dos acessos em torno da escola.

REFERÊNCIAS:
·         Schirmer,R. Carolina, Nádia Browning, Rita Bersch, Rosângela Machado; Atendimento Educacional Especializado: Formação Continuada a Distância de Professores para o Atendimento Educacional Especializado deficiência física- MEC/SEESP, 2007.
·         SERPA, Ximena Fonegra, Comunicação para Pessoas com Surdocegueira. Tradução do livro Comunicacion para Persona Sordociegas, INSOR-Colômbia 2002.
·         BOSCO, Ismênia C.M.G. / MESQUITA, Sandra R. S. H. / MAIA, Shirley R. Coletânea UFC – MEC/2010: A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar – Fascículo 05: Surdocegueira e deficiência Múltipla (2010)




[1]. Professor na Escola Municipal Mestre Pacifico Siqueira Campos - Pedagogo – Especialista em Psicopedagogia Gestão, Supervisão e Orientação Educacional Cursista do Curso de Especialização em Atendimento Educacional Especializado AEE pela UFC. E-mail: wanderson.end@hotmail.com  @hotmail.com  

sábado, 8 de março de 2014

Atendimento Educacional Especializado – Para Pessoas com Surdez


Wanderson Pinheiro [1]

Palavras-chave: Libras, Língua Portuguesa, Pessoa com surdez

O processo educacional sempre foi alvo de constantes discussões e apontamentos que motivaram sua evolução em vários aspectos, principalmente na metodologias de ensino pelos professores e a valorização do contexto escolar. Nesse aspecto GADOTTI (2000:4), pesquisador desse processo afirma que,

a educação tradicional iniciou seu declínio já no movimento renascentista, mas ela sobrevive até hoje, apesar da extensão média da escolaridade trazida pela educação burguesa. A educação nova, que surge de forma mais clara a partir da obra de Rousseau, desenvolveu-se nesses últimos dois séculos e trouxe consigo numerosas conquistas, sobretudo no campo das ciências da educação e das metodologias de ensino. O conceito de “aprender fazendo” de John Dewey e as técnicas Freinet, por exemplo, são aquisições definitivas na história da pedagogia. Tanto a concepção tradicional de educação quanto a nova, amplamente consolidadas, terão um lugar garantido na educação do futuro. (GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação, 2000) 

Diante das transformações sociais, onde informações e descobertas acontecem em frações de segundo, o processo de desenvolvimento da escola entra na pauta como um dos mais importantes aspectos a serem discutidos neste processo, pois é nela que são promovidas as mais importantes formulações teóricas sobre o desenvolvimento cultural e social de todas partes que compõem uma nova prática educacional. A visão da Educação Especial  precisamos primeiramente estar atento aos documentos legais em concordância com a Lei n. 10.436 de abril de 2002, regulamentada pelo Decreto n. 5.626 de dezembro de 2005, que determina o direito a uma educação que garanta a sua formação bilíngue, em que Língua de Sinais e Língua Portuguesa escrita para as pessoas com surdez. As mesmas enfrentam inúmeros problemas para participar da educação escolar, por causa da perda da audição e da forma como se comunica. Muitos alunos com surdez podem ser prejudicados pela falta de estímulos adequados ao seu potencial cognitivo, sócio-afetivo, linguístico e político-cultural e ter perdas consideráveis no desenvolvimento da aprendizagem.
Surge então o seguinte questionamento: Como são as práticas pedagógicas para pessoas com surdez, de acordo com as tendências: oralismo, comunicação total e bilingüismo? Podemos dizer que as pessoas com surdez têm direito a uma educação que garanta a sua formação, em que a Língua Brasileira de Sinais e a Língua Portuguesa, preferencialmente na modalidade escrita, constituam línguas de instrução, e que o acesso às duas línguas ocorra de forma simultânea no ambiente escolar. De uma forma geral pode ser explicada as tendências em: 
ü  Oralismo era apenas os gestos e mimicas na qual a pessoa surda se comunicava; 
ü  Comunicação total utilizava o uso de qualquer recurso possível para a comunicação, dando ênfase as interações sociais, cognitivas e afetivas dos alunos. Não valorizava a língua de sinais; 
ü  Bilinguismo ‘e por meio da linguagem oral e da escrita com a adição da linguagem da comunidade surda conhecida como Língua de Sinais: LIBRAS, que dispõem de  três momentos, que são: AEE de Libras, AEE em Libras e o AEE para o ensino da Língua Portuguesa que oferece a esses alunos a oportunidade de demonstrarem se beneficiar de ambientes inclusivos de aprendizagem.
O AEE DE LIBRAS: O professor de Libras deve planejar o ensino dessa língua a partir dos diversos aspectos que envolvem sua aprendizagem, como referencias visuais, anotação em língua portuguesa, dactilologia (alfabeto manual), parâmetros primários e secundários, que são a configuração das mãos, ponto de articulação, movimento e disposição das mãos, orientação da palma das mãos, região de contato e expressões faciais, classificadores e sinais. Ao ser respeitado isso, durante os atendimentos, os alunos irão interagir estabelecendo diálogos e realizando trocas simbólicas. Como acontece com outras línguas, para o ensino de Libras a metodologia do professor deve estar focada no contexto de vida do aluno, para que o seu desenvolvimento linguístico seja mais significativo, respeitando-se o conhecimento que o aluno tem a respeito da Língua de Sinais e o estágio de desenvolvimento da língua em que o aluno se encontra.
O AEE EM LIBRAS: Ocorrer no contra turno ao horário da escolarização, o professor do AEE trabalhar com os conteúdos curriculares de forma articulada com o professor de sala de aula. O atendimento não deve substituir a escolarização, sendo um serviço complementar ao que está sendo estudado na sala de aula. As etapas essenciais que o professor em Libras deverá seguir para o atendimento do aluno com surdez, segundo Damázio e Ferreira (2010: pp. 12-14), são as seguintes: 

 Acolhimento de todos os alunos, que precisam ser valorizados, mantendo uma relação de respeito e confiança com o professor.  Com identificação das habilidades e necessidades educacionais específicas dos alunos contemplando a avaliação inicial dos conhecimentos dos alunos. 

O AEE PARA O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA: Este momento dar-se-á orientado pelo bilinguismo, sendo considerado a Libras e Português escrito como línguas de instrução dos alunos com surdez, pois as duas línguas são importantes, pois ampliam as possibilidades de comunicação e aprendizagem em várias situações do cotidiano escolar. A aprendizagem do Português, a proposta didático-pedagógica, em um primeiro nível de ensino deve iniciar-se com os processos de letramento, que perpassam a educação infantil e o ciclo de alfabetização no decorrer do ensino fundamental. Num segundo nível intermediário, os textos devem apresentar estruturas, organização e funcionamento de razoável complexidade, em condições de promover a leitura, interpretação e escrita, segundo categorias mais elaboradas da língua portuguesa. No terceiro nível, os conhecimentos do Português escrito devem recair sobre o uso da língua oficial na leitura e na produção de textos mais complexos.

Referencias:
ü  GADOTTI, M. Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 2000.
ü  DAMÁZIO, Mirlene F. M., ALVES, Carla B. e FERREIRA, Josimário de P. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar : abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com surdez. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial; Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2010. 
ü http://saladerecursosmultifuncionais.blogspot.com.br/2011/08/tendencias-para-educacao-da-pesoas-com.html 



1. Professor na Escola Municipal Mestre Pacifico Siqueira Campos - Pedagogo – Especialista em Psicopedagogia Gestão, Supervisão e Orientação Educacional Cursista do Curso de Especialização em Atendimento Educacional Especializado AEE pela UFC. E-mail: wanderson.end@hotmail.com  


terça-feira, 12 de novembro de 2013

No site http://www.filmesquevoam.com.br/index.php faz parte de uma empresa da Faganello Comunicações que criar, produzir e distribuir conteúdo de arte,  comunicação  entendimento, séries de TV, documentários e educação. Como também produz filmes institucionais e dirige a parte técnica de um festival de cinema no Brasil e no exterior. Vale lembrar que o site é desenvolvido para todos os usuários, inclusive aqueles com deficiências auditiva e visual em que você tem as seguintes opções:

Para maiores informações basta entrar em contato pelo 
e-mail: filmesquevoam@filmesquevoam.com.br ou você pode seguir via 
Tweets @Filmesquevoam e no facebook Filmes Que Voam

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Sugestão de jogo para desenvolvimento a aprendizagem do aluno com Deficiência Intelectual


Objetivo: Estimular o pensamento 

Descrição: Feltro, pedaço de EVA cortados em círculos para o rostinho e  caneta colorida para desenhar a boquinha, quadrado em EVA em cores diversas.


Aplicabilidade: O professor pode orientar ou jogar com o aluno seguindo as regras do jogo da  dama.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

DICA PARA TRABALHAR COM ALUNOS ESPECIAIS

Considerando-se que a criança com deficiência apresenta dificuldades em assimilar conteúdos abstratos, faz-se necessário a utilização de material pedagógico concreto, e de estratégias metodológicas práticas para que esse aluno desenvolva suas habilidades cognitivas e para facilitar a construção do conhecimento. Os jogos e brincadeiras são estratégias metodológicas que apresentam as duas características acima citadas para VYGOSTKY(1998), propõe um paralelo entre o brinquedo e a instrução escolar: ambos criam uma “zona de desenvolvimento proximal”, e em ambos os contextos a criança elabora habilidades e conhecimentos socialmente disponíveis que passará a internalizar. Algumas dicas:

*Utilizar plano inclinado antiderrapante, lápis adaptado,pautas ampliadas,textos ampliados

(Letras e números na fonte arial black tamanho 28 ou maior,e quando o trabalho for escrito a mão utilizar caneta hidrográfica grossa na cor preta)
*Prender as atividades com fita crepe a mesa.

*Utilizar colagem para as atividades de representação gráficas quando a criança apresentar dificuldade motora;
*Seja escriba de seu aluno,quando este tem oralidade,mas dificuldade na coordenação motora fina;
*Alfabeto Móvel lembrando sempre das necessidades de adaptação do aluno.



*Separador de páginas-Colando feltro adesivo entre uma página e outra auxílio para virar a página com velcro-Colar um pequeno velcro em cada pé de página do livro e confeccionar uma luva de dedo, com velcro oposto na ponta. O contato do dedo da luva, com o velcro da folha, facilitará a ação de virar a página.





quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NAS SALAS DE RECURSOS


De acordo com a Politica Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e no Decreto N.6.571/2008 menciona que o papel do professor de Sala de Recursos Multifuncionais AEE tem como objetivo identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos, ou seja do público-alvo, ainda complementar e/ou suplementar os conteúdos do ensino regular, lembrando que este trabalho é articulado com as ações do professor da sala regular.


Devemos ter como bandeira de nossa pratica pedagógica o poder do diálogo, não somente para com os alunos, mas entre todos os profissionais que atuam na escola, é preciso ter em mente que toda ação voltada para inclusão é o de qualificar a prática pedagógica para todos. Por isso é imprescindível a comunicação entre o professor da sala regente e o professor do AEE.



Geralmente utilizo os encontros com a equipe docente para tirar dúvidas ou ainda para montarmos a adequação de acordo com a aula prevista pelos professores. As atividades de adequações curriculares são sempre individualizadas, por isso é importante que o profissional de AEE conheça as potencialidades e dificuldades de cada aluno, o fato de termos o mesmo quadro de deficiência, não significa que são iguais em suas Necessidades Educacionais. As avaliações são também adequadas, mas com o trabalho de formação com os professores da sala regular, eles mesmos costumam automaticamente adequar suas atividades avaliativas, me procurando apenas para analisar o trabalho que geralmente é muito bom. Caso o professor não consiga realizar esse procedimento, costumo elencar algumas sugestões de adequação das atividades avaliativas.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

EAD - Pesquisa sobre AEE


Em se falando em Educação Inclusiva precisamos ter um olha bem aberto, pois a mesma vem sofrendo cada dia mudança na busca da transformação de uma sociedade justa. Ao analisarmos diversos artigo e manuscritos entendemos que é um processo em que todos são participantes. Essa diversidade tem como principal ferramenta a buscar para atender as necessidades educativas especiais, onde o protagonista dessa historia ou seja o foco central é o  sujeitos-alunos, promovendo a aprendizagem e o desenvolvimento cognitivo e afetivo e principalmente o pessoas assegurando um sistema regular de ensino adequado, pautado na legislação vigente.
Segundo a Wikipedia, o ensino inclusivo não deve ser confundido com educação especial embora o contemple. No Brasil, a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva da Educação Inclusiva, assegura acesso ao ensino regular a alunos com deficiência (mental, física, surdos e cegos), com transtornos globais do desenvolvimento e a alunos com altas habilidades/superdotação, desde a educação infantil até à educação superior. Confira o texto na integra.
 Boa leitura.

Coleção: A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar


No portal MEC em publicações, podemos encontrar coletânea de livros que foram desenvolvidos na versão 2010/2011.Porem não encontramos mais a edição impressa apenas as escolas que ja receberão, mais não fique triste, pois teremos somente o formato digital. Coleção "A Educação Especial na Perspectiva da  Inclusão Escolar", cada fascículo pode ser baixado no computador pessoal clicando sobre o mesmo com o botão direito do mouse e, depois, descompactando. Para descompactá-lo, localize o arquivo que foi baixado em seu computador (extensão zip) e clique sobre o mesmo com o botão direito do mouse, opção EXTRAIR TUDO, que é disponibilizado na versão em PDF. Ao todo são dez fascículos:


http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12814&Itemid=872

Fasc 01 = A Escola Comum Inclusiva
Fasc 02 = O AEE par alunos com Deficiência Intelectual
Fasc 03 = Os alunos com Deficiência Visual Baixa Visão e Cegueira
Fasc 04 = Abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com Surdez
Fasc 05 = Surdocegueira e Deficiência Múltipla
Fasc 06 = Recursos pedagógicos acessíveis e comunicação aumentativa
Fasc 07 = Orientação e mobilidade, adequação postural e acessibilidade
Fasc 08 = Livro Acessível e informática acessível
Fasc 09 = Transtornos Globais do Desenvolvimento
Fasc 10 = Altas habilidades - Superdotação



Aproveitando o momento veja outros  conteúdos sobre AEE, como exemplo A Resolução Nº 4, de 2 de outubro de 2009, que institui diretrizes operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. A Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva e o Decreto 7.611 de 17 de novembro de 2011, que dispõe sobre a Educação Especial, o AEE e outras providências.





Reflexão: O ensino a distância Presencial X Ead



Ao analisarmos a educação de hoje principalmente de quem mora longe de uma universidade ou não pode ir à aula todos os dias, a Educação a distância é uma das ferramentas mais precisa ou seja ideal, e com o passar do tempo vem conquistando espaço. Segundo estudos em 2000, 13 cursos superiores reuniam 1.758 alunos. Em 2008, havia 1.752 cursos de graduação e pós-graduação lato sensu com 786.718 matriculados, segundo a Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed). A modalidade de ensino usa ambientes virtuais, chats, fóruns e e-mails para unir professores e turmas. Mais voltando no tempo a s experiências no ensino a distância teve início com cursos profissionalizantes por meio de carta, do rádio e tempos depois pela TV. O que realmente o que conta e a dedicação do aluno, o curso via EAD e perfeitamente viável tendo em vista que o aluno e que faz o seu tempo, estuda conforme o seu ri timo. Com certeza presencial x EAD não tem nenhuma diferença, eu falo com conhecimento de causa, pois já fiz as duas modalidades.
Nova formar de Educar!

Leitura interessante

Recomendo aos amigos blogueiros a leitura de dois textos que vem retratando a importância de uma educação de qualidade  do Especialista em Projetos Inovadores na Educação Presencial e a Distancia o Senhor José Manuel Moran, com o texto:  "O que é um bom curso a distância?" e em sequência "contribuições para uma pegadogia da Educação on-line" 

http://www.eca.usp.br/prof/moran/bom_curso.htm

http://www.eca.usp.br/prof/moran/contrib.htm

EAD Café Virtual - Filme: “Como estrelas na terra, toda criança é especial”

Venho recomendar a todos o filme que é maravilhoso e mostra que nós educadores devemos manter os olhos bem abertos... Saber identificar as situações e saber modificá-las... Realmente uma lição de vida, mas a realidade é bem nua e bem crua! Precisamos de mudanças, formações aos professores para que se toquem e se auto determinem no assunto ESPECIAL. O filme indiano “Como estrelas na terra, toda criança é especial” apresenta sua temática, combinado com a sirene de fundo musical, uma lousa de sala de aula e o seu preenchimento por números e letras...

https://www.youtube.com/watch?v=6rxSS46Fwk4

Perfis


EU me chamo Wanderson Pinheiro da Silva. Sou formado em Pedagogia com habilitação de 1º ao 5º ano com enfase em Orientação e Supervisão Escolar, sou também Especialista em Psicopedagogia Instrucional, Gestão, Orientação e Supervisão Escolar, atualmente sou acadêmico do Curso de Letras/Espanhol pela UAB/Unitins. Trabalho na Escola Municipal Mestre Pacifico Siqueira Campos no AEE. Sou uma pessoa dinâmico, gosto de usar meu pensamento positivo,sempre procuro reunir minhas forças para vencer os obstáculos. Envolvo-me com a música, com a leituras, sou transparente deixo que as pessoas saibam que eu as estimo e que preciso delas. Repenso meus valores e dou a chance de crescer e ser mais feliz. Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torno minhas obrigações atraentes, tenho garra e determinação. Não trabalho só por dinheiro e sim pela satisfação da "missão cumprida". Transformo meus momentos difíceis em oportunidades, sou bastante criativo e busco alternativas apresentando soluções ao invés de problemas. Vejo o lado positivo das coisas e assim vou tornando meu otimismo uma realidade. Idealizo um modelo de competência e sempre faço uma avaliação para saber o que está me faltando para chegar lá. Ocupo o meu tempo crescendo, desenvolvendo minhas habilidades e meu talento. Não acumulo fracasso e sim experiências. Tento ser forte para vencer o medo. Não viva só para o trabalho. Tenha outras atividades paralelas como; esporte, leitura, cultivar amigos cantar nas horas vagas, assistir a um bom filme/seriado, o trabalho é uma contribuição que damos para a vida, mas não se pode jogar nele todas as expectativas de realizações."A gente só começa a ser feliz quando é capaz de rir da gente mesmo". (Aristóteles Onassis) E faço das minha palavras o mesmo que falou o saudoso Johann Rolland "Sempre temos tempo suficiente se dele fazemos bom uso".


terça-feira, 30 de novembro de 2010

QUEM SOU COMO PROFESSOR E APRENDIZ




Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível, para uma educação de qualidade e que ela venha de fato acontecer. Ser professor é compartilhar a diversidade de saberes. Em minha pratica pedagogia faço de tudo para motivar e despertar o interesse e a curiosidade de meus alunos, acredito que a educação não transforma o mundo, mais sim ela transforma as pessoas que são capazes de transformar o mundo! Em minhas conversas informais com meus alunos procuro prepará-lo não apenas para uma avaliação (provas), mais também prepará-los como cidadãos convicto de seus direitos como também despertar o interesse de seus deveres colocando-os a refletir e a repensar como um cidadão consciente na sociedade. Ninguém é dono de todos os saberes. Em contatos com os alunos aprendemos por meio da interação, ou seja, do convivo em sala de aula não apenas com a utilização das literaturas mais pela convivência que os educados trazem de casa. No final de um ano letivo percebo que aprendi mais do que ensinei, não fui mero escriba, mais sim, amigo, irmão, confidente, por isso procuro cada dia mais e mais aprender novas técnicas, método, pensando sempre no aprendizado do meu aluno, estou sempre ouvindo e aceitando conselhos dos meus amigos e companheiros de trabalho, trocando experiências vivenciadas, também recebo criticas e é por meio delas que cresço como verdadeiro profissional, pois ser professor hoje é saber compreender o outro e quando unimos nossas forças ajudamos a construir um novo mundo.

segunda-feira, 10 de maio de 2010